Os dias antes do nascimento
Os dias antes do nascimento
Deve ter escolhido a Maternidade que deseja como local para o nascimento do seu filho calmamente, decidida, pesando as vantagens e inconvenientes e sobretudo que lhe inspire confiança, possuidora do mínimo de condições para avaliação do seu bem-estar e do seu filho. O parto em casa, embora com a vantagem inegável da futura mãe estar no ambiente mais familiar e caloroso, tem grandes inconvenientes sobretudo na capacidade de resoluções de problemas médicos que porventura possam surgir.
E como saber que o trabalho de parto está a começar?
Não é fácil perceber a proximidade do trabalho de parto, uma vez que os sinais variam muito de grávida para grávida e de gravidez para gravidez.
Nas últimas semanas de gravidez, é habitual surgirem contracções uterinas (que se traduzem por um endurecimento) irregulares, espaçadas, com algum desconforto que podem durar dias, o que leva a um certo nervosismo e ansiedade de grávida e faz procurar a Maternidade, como por exemplo:
• Contracções uterinas ritmadas e dolorosas, inicialmente fracas, mas que vão aumentando de intensidade e cada vez mais frequentes.
• Rotura das membranas (“saco das águas”) que pode ser repentina ou lentamente, sem qualquer outro sinal e que se traduz numa perda de líquido sempre constante.
• Expulsão do rolhão mucoso (mais conhecido como “sinal de parto”).
• Perdas sanguíneas vaginais.
• Diminuição dos movimentos do feto (menos de 10 movimentos ao dia).
Deverá ter preparado tudo o que é necessário tanto para o bebé como para si, (segundo as orientações que a enfermeira que a acompanhou durante a gravidez lhe deu), os contactos do seu médico, sua maternidade, o acompanhante e não se esqueça do BOLETIM DA GRÁVIDA que é o Bilhete de Identidade da sua gravidez e do seu filho.
E finalmente é o culminar de 9 meses de espera. O grande dia aproxima-se e a sua curiosidade aumenta!
É um momento de inegável beleza e realização para a mãe. Uma recordação que irá acompanhá-la para toda a vida. É o começo de um novo ciclo que se quer repleto de momentos especiais!
Por isso, mantenha-se confiante e sem medos. A sua colaboração é fundamental para um trabalho de parto calmo. Vai encontrar uma equipe pronta a ajudá-la, constituída por médicos obstetras, neonatologistas (médicos pediatras dedicados aos bebés), anestesistas, enfermeiras especialistas em partos, enfim, todo um conjunto de profissionais.
É fundamental a presença do seu marido que vai continuar neste momento o papel determinante de apoio e incentivo, iniciado já durante toda a gravidez. Contudo, deve ser uma decisão conjunta, uma preparação prévia da parte do pai. A Lei Portuguesa permite o acompanhamento do pai durante o trabalho de parto, salvo em situações contra indicadas pelo médico que assiste ao parto.
Deve ter escolhido a Maternidade que deseja como local para o nascimento do seu filho calmamente, decidida, pesando as vantagens e inconvenientes e sobretudo que lhe inspire confiança, possuidora do mínimo de condições para avaliação do seu bem-estar e do seu filho. O parto em casa, embora com a vantagem inegável da futura mãe estar no ambiente mais familiar e caloroso, tem grandes inconvenientes sobretudo na capacidade de resoluções de problemas médicos que porventura possam surgir.
E como saber que o trabalho de parto está a começar?
Não é fácil perceber a proximidade do trabalho de parto, uma vez que os sinais variam muito de grávida para grávida e de gravidez para gravidez.
Nas últimas semanas de gravidez, é habitual surgirem contracções uterinas (que se traduzem por um endurecimento) irregulares, espaçadas, com algum desconforto que podem durar dias, o que leva a um certo nervosismo e ansiedade de grávida e faz procurar a Maternidade, como por exemplo:
• Contracções uterinas ritmadas e dolorosas, inicialmente fracas, mas que vão aumentando de intensidade e cada vez mais frequentes.
• Rotura das membranas (“saco das águas”) que pode ser repentina ou lentamente, sem qualquer outro sinal e que se traduz numa perda de líquido sempre constante.
• Expulsão do rolhão mucoso (mais conhecido como “sinal de parto”).
• Perdas sanguíneas vaginais.
• Diminuição dos movimentos do feto (menos de 10 movimentos ao dia).
Deverá ter preparado tudo o que é necessário tanto para o bebé como para si, (segundo as orientações que a enfermeira que a acompanhou durante a gravidez lhe deu), os contactos do seu médico, sua maternidade, o acompanhante e não se esqueça do BOLETIM DA GRÁVIDA que é o Bilhete de Identidade da sua gravidez e do seu filho.
E finalmente é o culminar de 9 meses de espera. O grande dia aproxima-se e a sua curiosidade aumenta!
É um momento de inegável beleza e realização para a mãe. Uma recordação que irá acompanhá-la para toda a vida. É o começo de um novo ciclo que se quer repleto de momentos especiais!
Por isso, mantenha-se confiante e sem medos. A sua colaboração é fundamental para um trabalho de parto calmo. Vai encontrar uma equipe pronta a ajudá-la, constituída por médicos obstetras, neonatologistas (médicos pediatras dedicados aos bebés), anestesistas, enfermeiras especialistas em partos, enfim, todo um conjunto de profissionais.
É fundamental a presença do seu marido que vai continuar neste momento o papel determinante de apoio e incentivo, iniciado já durante toda a gravidez. Contudo, deve ser uma decisão conjunta, uma preparação prévia da parte do pai. A Lei Portuguesa permite o acompanhamento do pai durante o trabalho de parto, salvo em situações contra indicadas pelo médico que assiste ao parto.

2 Comments:
At Sexta-feira, Março 02, 2007 1:21:00 AM,
Anónimo said…
best regards, nice info » » »
At Domingo, Março 18, 2007 7:48:00 AM,
Anónimo said…
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