O parto
O parto
Perante uma gravidez de “evolução normal” tudo leva a crer que será um parto normal, sem esquecer que podem ocorrer situações durante o trabalho de parto que desviem o caminho inicialmente traçado.
O trabalho de parto é um conjunto de modificações ao nível do útero, que se traduzem por dores, podendo ser lombares ou abdominais, intermitentes, cuja intensidade varia segundo a fase de dilatação e da capacidade de tolerância à dor própria de cada grávida. O tempo é igualmente variável, diminuindo em princípio, com o número de partos anteriores.
Ele vai-se processar em quatro fases, período durante o qual toda a atenção da equipe está concentrada na mãe e no feto, valorizando todo o processo, normalmente através de aparelhos, que por vezes são incómodos, mas necessários.
• 1ª fase – Dilatação até 5 cm em que as contracções são ainda pouco intensas, mais espaçadas e normalmente a fase mais demorada; se não houver nenhuma contra indicação, a mãe poderá passear ou estar sentada.
• 2ª fase – Até dilatação completa – 10 cm, normalmente em metade do tempo da 1ª fase.
• 3ª fase – Período expulsivo – cerca de 30 minutos, dependendo do acompanhamento da descida do feto e de se tratar do 1º parto ou não. O útero vai contrair no máximo da sua capacidade e é este o momento mais importante da colaboração activa da mãe para o parto..
Este é o momento único – O NASCIMENTO
O médico e a enfermeira presentes prestarão os cuidados imediatos ao seu bebé, como limpar a boca, aspirar as secreções das vias respiratórias para facilitar o choro e a respiração, laquear o cordão umbilical. Se tudo estiver bem, peça à enfermeira que lhe coloque o bebé ainda nu sobre a sua barriga. O seu calor será a continuação da bela relação já existente entre os dois e na descoberta do seu bebé, tudo a vai maravilhar: o seu cabelo macio, as suas orelhas delicadas, as pequeninas mãos e um sem fim de descobertas...
A partir de então o médico Neonatologista irá cuidar dele, fazer os primeiros exames, pesá-lo. Habitualmente ao nascer não faz o 1º banho a fim de evitar arrefecimento, embora o ambiente esteja habitualmente aquecido. Os cuidados pós nascimento irão continuar durante o período do internamento.
Por vezes há necessidade do seu bebé ser levado para a Unidade de Cuidados Intensivos do Recém-Nascido, por ser prematuro ou ser portador de algum problema que exija cuidados especiais. Mantenha-se calma porque será informada da situação e terá todo o apoio do pessoal da unidade.
• 4ª fase – Dequitadura ou seja saída da placenta – cerca de 20 a 60 min. Após o nascimento. A maior parte das vezes é necessário cortar a região do períneo para aumentar o espaço e facilitar a saída do feto. Não tenha medo porque normalmente esse acto médico é antecedido de anestesia, o que geralmente evita dores. A sua sutura e cicatrização são simples, embora por vezes cause algum incómodo. Mas se não for feita, poderá trazer mais tarde algumas complicações.
Presentemente a maior parte das Maternidades têm possibilidades de o parto se realizar praticamente sem dor mediante a Analgesia Epidural. Como qualquer acto médico exige ponderação, de modo a que a sua aplicação cumpra os requisitos exigidos. Assim sendo, se possível, antes do trabalho de parto, deverá conversar com o seu médico assistente que lhe poderá dar algumas informações ou orientá-la para uma consulta com o médico anestesista. Caso contrário, ao chegar à maternidade informe-se da sua presença e solicite a informação que necessita para a sua decisão a analgesia.
Para o seu bem, não traga ideias formadas por indicação de alguém que não tenha conhecimentos. Cada pessoa é um caso e não se transmite.
Perante uma gravidez de “evolução normal” tudo leva a crer que será um parto normal, sem esquecer que podem ocorrer situações durante o trabalho de parto que desviem o caminho inicialmente traçado.
O trabalho de parto é um conjunto de modificações ao nível do útero, que se traduzem por dores, podendo ser lombares ou abdominais, intermitentes, cuja intensidade varia segundo a fase de dilatação e da capacidade de tolerância à dor própria de cada grávida. O tempo é igualmente variável, diminuindo em princípio, com o número de partos anteriores.
Ele vai-se processar em quatro fases, período durante o qual toda a atenção da equipe está concentrada na mãe e no feto, valorizando todo o processo, normalmente através de aparelhos, que por vezes são incómodos, mas necessários.
• 1ª fase – Dilatação até 5 cm em que as contracções são ainda pouco intensas, mais espaçadas e normalmente a fase mais demorada; se não houver nenhuma contra indicação, a mãe poderá passear ou estar sentada.
• 2ª fase – Até dilatação completa – 10 cm, normalmente em metade do tempo da 1ª fase.
• 3ª fase – Período expulsivo – cerca de 30 minutos, dependendo do acompanhamento da descida do feto e de se tratar do 1º parto ou não. O útero vai contrair no máximo da sua capacidade e é este o momento mais importante da colaboração activa da mãe para o parto..
Este é o momento único – O NASCIMENTO
O médico e a enfermeira presentes prestarão os cuidados imediatos ao seu bebé, como limpar a boca, aspirar as secreções das vias respiratórias para facilitar o choro e a respiração, laquear o cordão umbilical. Se tudo estiver bem, peça à enfermeira que lhe coloque o bebé ainda nu sobre a sua barriga. O seu calor será a continuação da bela relação já existente entre os dois e na descoberta do seu bebé, tudo a vai maravilhar: o seu cabelo macio, as suas orelhas delicadas, as pequeninas mãos e um sem fim de descobertas...
A partir de então o médico Neonatologista irá cuidar dele, fazer os primeiros exames, pesá-lo. Habitualmente ao nascer não faz o 1º banho a fim de evitar arrefecimento, embora o ambiente esteja habitualmente aquecido. Os cuidados pós nascimento irão continuar durante o período do internamento.
Por vezes há necessidade do seu bebé ser levado para a Unidade de Cuidados Intensivos do Recém-Nascido, por ser prematuro ou ser portador de algum problema que exija cuidados especiais. Mantenha-se calma porque será informada da situação e terá todo o apoio do pessoal da unidade.
• 4ª fase – Dequitadura ou seja saída da placenta – cerca de 20 a 60 min. Após o nascimento. A maior parte das vezes é necessário cortar a região do períneo para aumentar o espaço e facilitar a saída do feto. Não tenha medo porque normalmente esse acto médico é antecedido de anestesia, o que geralmente evita dores. A sua sutura e cicatrização são simples, embora por vezes cause algum incómodo. Mas se não for feita, poderá trazer mais tarde algumas complicações.
Presentemente a maior parte das Maternidades têm possibilidades de o parto se realizar praticamente sem dor mediante a Analgesia Epidural. Como qualquer acto médico exige ponderação, de modo a que a sua aplicação cumpra os requisitos exigidos. Assim sendo, se possível, antes do trabalho de parto, deverá conversar com o seu médico assistente que lhe poderá dar algumas informações ou orientá-la para uma consulta com o médico anestesista. Caso contrário, ao chegar à maternidade informe-se da sua presença e solicite a informação que necessita para a sua decisão a analgesia.
Para o seu bem, não traga ideias formadas por indicação de alguém que não tenha conhecimentos. Cada pessoa é um caso e não se transmite.

4 Comments:
At Domingo, Janeiro 28, 2007 1:36:00 AM,
Anónimo said…
Enjoyed a lot!
Antique clam shell chairs
At Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007 7:09:00 PM,
Anónimo said…
best regards, nice info »
At Sábado, Março 17, 2007 10:46:00 AM,
Anónimo said…
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At Quinta-feira, Abril 26, 2007 1:15:00 PM,
Anónimo said…
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